A dois dias do fim do Pan, Brasil se consolida em segundo no quadro de medalhas

O dia promissor para o Brasil no Pan de Lima foi plenamente confirmado. Ontem, o país consolidou a segunda posição no quadro geral de medalhas, com 45 ouros, 36 pratas e 57 bronzes. Só está atrás dos EUA, que têm 91 ouros, 73 pratas e 69 bronzes. Na natação, o Brasil conquistou dois ouros no fim da noite desta sexta-feira: Bruno venceu nos 50m livre, e Etiene Medeiros levou nos 100m livre

Houve conquistas inéditas da pelota basca ao hipismo, passando pelas distantes águas de Paracas, em Icá (a 265 km de Lima), onde uma brasileira ganhou um inédito tri na vela feminina: Patrícia Freitas, na RS:X, que já havia reinado em Guadalajara-2011 e Toronto-2015.

— É bom ganhar relaxada na regata da medalha, com uma diferença de pontos confortável — comemorou.

Ainda na água, o Brasil garantiu mais um ouro (49er, com Marco Grael e Gabriel Borges), uma prata (Laser, com Bruno Fontes) e um bronze (Nacra 17, com Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino). Hoje, Martine Grael e Kahena Kunze devem faturar outro ouro, na 49er FX.

Um forasteiro foi responsável por uma medalha improvável: Filipe Otheguy é francês, mas filho de mãe brasileira. Nunca pisou no país que representa no Pan e mal fala português. Mas garantiu o bronze no frontón manual, categoria da pelota basca, diz o Extra.

No hipismo, Marlon Zanotelli se tornou o primeiro cavaleiro do país campeão individual de saltos. O Brasil já tinha até o ouro olímpico na prova, com Rodrigo Pessoa, em Atenas-2004. Mas, em Pans, foi um feito inédito. O dia teve ainda medalhas no caratê, ciclismo BMX, lutas e remo.

10/08/2019

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